ADESÃO AO TRATAMENTO COM PSICOFÁRMACOS: FATORES DE PROTEÇÃO E MOTIVOS DE NÃO ADESÃO AO TRATAMENTO FARMACOLÓGICO

Mauro Sérgio Furtado Souza, Luciane Kopittke

Resumo


A não adesão ao tratamento farmacológico de pacientes com agravos comuns de saúde mental trazem grande compromisso da qualidade de vida do paciente além de influenciar em outros fragmentos importantes da vida. Intervenções na adesão ao tratamento, por profissionais da atenção primária, além de custo efetivas, reduzem a morbidade, melhoram a qualidade de vida e fortalecem o vínculo do paciente com a atenção primária. Este estudo tem como objetivo buscar as barreiras para adesão medicamentosa e os motivos para adesão. Foram selecionados seis pacientes pertencentes à área de uma unidade de saúde, com uso de psicofármacos, e realizada entrevista para investigação de motivos de barreira e proteção ao uso destes medicamentos. Os motivos de não adesão referidos foram os efeitos adversos, a vontade de não depender do medicamento e a precária comunicação com o prescritor. Como fatores de adesão a motivação pelo resultado, a confiança no prescritor, uma boa comunicação com o prescritor e a família. Sendo assim, percebe-se a necessidade de uma boa relação dos profissionais de saúde com os usuários, através da comunicação, vinculo e educação em saúde.


Palavras-chave


Cooperação do paciente, Adesão ao medicamento, Psicofármacos, Atenção Primária à Saúde, Comunicação em Saúde.

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