DESCENTRALIZAÇÃO DO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA TUBERCULOSE: POSSIBILIDADES E LIMITAÇÕES DA ATENÇÃO PRIMÁRIA

Laila Dias Rodrigues de Paulo, Gabriela Umbelino Moreira, Rotsen Caetano Sampaio Martins Frade, Valeska Alice Teixeira Oliveira, Mário Círio Nogueira

Resumo


De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Tuberculose (TB) é a segunda causa mais comum de morte por doenças infecciosas no mundo, sendo o Brasil o 19º país entre um grupo de 22 países que, juntos, detêm 81% das taxas de TB no mundo.4 Segundo o Ministério da Saúde (MS), o país é capaz de diagnosticar 88% dos casos, dentro das metas estabelecidas pela OMS, de 85%. Por outro lado, as taxas de cura da doença estão em 70%, 15% a menos do que preconizado. Diante do quadro em questão, desde o século passado, o MS vem tomando medidas de descentralização do diagnóstico e tratamento da doença, transferindo esse encargo de grandes centros de referência para a Atenção Primária em Saúde (APS).

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