BARREIRAS PARA A PRÁTICA DO AUTOEXAME DAS MAMAS ENTRE ACADÊMICAS DA ÁREA DE SAÚDE - FORTALEZA, CEARÁ.

Raimunda Magalhães da Silva, Nara Lívia Rocha Ribeiro, Mariana de Barros Sanches, Francisca Maria Aleudinelia Monte Cunha, Luiza Jane Eyre de Souza Vieira, Tanara Távora Sobreira

Resumo


Este trabalho teve o propósito de identificar barreiras para a prática do autoexame das mamas (AEM) entre acadêmicas de cursos da saúde em três universidades de Fortaleza, Ceará. Estudo descritivo, transversal, realizado em 2005, com a participação de 741 acadêmicas. Utilizou-se um questionário autoaplicável e os dados foram organizados no SPSS e analisados com os pressupostos da promoção da saúde. Das 741 alunas, 604 (81,5%) afirmaram que não examinavam as mamas mensalmente. As principais barreiras foram: esquecimento (67,8%), falta de atenção à saúde (53,1%), não saber a técnica correta (40,5%) e não confiar na técnica (30,1%). As acadêmicas referiram saber a importância da detecção precoce (78,3%), acreditar no autoexame das mamas (81,2%), gostar de se tocar (78,8%) e manifestaram o desejo de aprender a técnica correta (92,4%). Apesar de as participantes referirem desconhecimento e desatenção na realização do AEM, estas manifestaram a vontade de aprender a técnica correta. Sugere-se a inclusão desse conhecimento teórico e prático no ensino universitário. Palavras-chave: Saúde da mulher; Autoexame; Promoção da saúde.

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